segunda-feira, 7 de agosto de 2017

O Comercio As Trocas e o Sistema do Dom Entre os Fenícios.

Trabalho Apresentado em Aula de História Antiga na UFBA (Noturno) 07/08/2017. Apresentação foi baseada nos estudos dos autores:

Marcel Mauss. 1872-1950, escritor, sociólogo e antropólogo francês. Marcel Mauss era sobrinho de Émile Durkheim, A obra: Ensaio Sobre o Dom foi publicada pela primeira vez em 1925. A Obra é reconhecida como a mais antiga e importante sobre a reciprocidade o intercâmbio e a origem antropológica do contrato.
Maria Cristina Kormikiari.
Doutora em ciências, na área de arqueologia pela faculdade de filosofia, letras e ciências humanas da USP. Pós Doutoranda do Museu de Arqueologia e Etnografia da USP.

Fenícios


Chamados Sidônios no Antigo Testamento e de Fenícios pelos Gregos. Os Fenícios estabeleceram-se na costa mediterrânea por volta de 2500 a.C. Este povo era atípico em muitos aspectos, a começar por sua origem praticamente desconhecida. Segundo Heródoto (484 a.C - 430 a.C.), teriam vindo do Oceano Índico, o que contradiz as hipóteses da maioria dos estudiosos modernos, Os documentos assinados pelos próprios fenícios não elucidam essas dúvidas, pois sempre que falavam de si faziam referência somente ao endereço para o qual haviam mudado. No começo de sua história desenvolveram-se sob a influência das culturas suméria, acádia e da vizinha Babilônia.

Localização Geográfica, Rotas Comerciais



Legado

Foram Muitos os Legados deixados por esse povo entre eles podemos citar:
*Alfabeto Fenício:


Acredita-se que o alfabeto grego seja baseado no alfabeto fenício, bem como os alfabetos aramaico, hebraico e arábico, assim como diversos outros.


*Embarcações Fenícia:


O Birreme é um navio fenício considerada uma das melhores embarcações da Antiguidade. Tinha duas ou três fileiras de remos - daí o nome birreme ou trirreme e até 35 metros. Foi copiado por outros povos, que o usaram para dominar a navegação no Mediterrâneo.



Principais Cidades
Ugarit:


foi uma antiga e cosmopolita cidade portuária, situada na costa mediterrânea do norte da Síria,


Biblos:


situa-se na costa mediterrânica do atual Líbano, a 42 quilômetros de Beirute. É um foco de atração para arqueólogos devido às fases sucessivas de vestígios arqueológicos resultantes de séculos de ocupação humana.


Tiro:


Localizada na costa do mar Mediterrâneo atual Líbano, era uma das mais importantes cidade Estado do território da Fenícia.


Sidon


Situa-se na costa do mar Mediterrâneo, a cerca quase quarenta quilômetros ao Norte de Tiro.


Cartago


(Norte da África): Cartago foi uma potência do mundo antigo, disputando com Roma o controle do Mar Mediterrâneo. Dessa disputa originaram-se as três Guerras Púnicas, após as quais Cartago foi destruída.


Os Fenícios Comercializavam uma Infinidade de Produtos, Entre Eles Podemos Destacar:
* Azeite de oliva
* Vinho.
* Papiro
* Jóias
* Tecidos Tingidos
* Caldeirões em Bronze
* Armas
* Cereais
* Vidros.
* Marfins.
* Cedro do Líbano

Artigo da Maria Cristina Kormikiari


Características

Os Fenícios sempre foram conhecidos pela sua habilidade no comércio. Homero em a (Odisséia, XV,vv.415-482), foi um dos primeiros a nos relatar esse espírito de “comerciante nato” dos Fenícios... Ao reproduzir o diálogo entre Odisseu e Eumeu, o porqueiro...

Talvez já tenhas ouvido falar duma ilha de nome Síria, ao norte de Ogígia, do lado onde o sol se esconde [ .. Há duas cidades ali e todo o território esta dividido em duas partes. Sobre as duas reinava meu pai, Ctésio, filho de Ormeno, semelhante aos imortais. Apareceram ali uns FENICIOS, navegadores famosos, gente cúpida; traziam em seu negro barco uma infinidade de quinquilharias. Tínhamos em casa de meu pai uma mulher fenícia, bela, alta, hábil em finos trabalhos; os fenícios astuciosos a iludiram. Quando ela lavava roupa perto do bojudo barco, um deles deitou-se, primeiro, com ela, nos laços do amor, coisa que engana o juízo das mulheres, mesmo das honestas; depois, perguntou-Ihe quem era e donde vinha. Ela prontamente Ihe apontou a casa de meu pai: Prezo-me, disse, de ser de Sidon, rica de bronze, e sou filha de Áribas, dono de rios de dinheiro; raptaram-me, porém, piratas táfios, quando voltava do campo; eles trouxeram-me para aqui e levaram-me a casa deste homem, que pagou bom dinheiro. Tornou-Ihe, então, homem que a possuía ocultamente: Gostarias de voltar conosco para tua casa, rever teu pai e tua mãe e sua alta mansão? Com efeito, ainda vivem e passam por abastados Volveu-lhe a mulher a seguinte resposta: Bem poderia ser, se vos, marinheiros, quisésseis abonar vossa palavra com juramento de levar-me sã e salva a minha casa. [ ] depois de jurarem e solenizarem o juramento, volveu-Ihes a mulher a seguinte resposta: Silencio, agora; que nenhum de vossa tripulação fale comigo quando me encontrar na rua [...] Guardai na memória que vos digo e apressai o escambo das mercadorias Quando, enfim, o barco estiver repleto de viveres, mandai-me um aviso ao solar; eu trarei o ouro que estiver a mao. De bom grado daria ainda outra paga da passagem. É que sou, na mansão, ama do filho do fidalgo, menino assaz vivo [... ] eu traria a bordo e por ele alcançaríeis um preço altíssimo [...]'



Este autor, através desse trecho de sua obra também atribui aos Fenícios a característica de sagazes e espertalhões, fama que acompanhará esse povo ao longo de toda a historiografia Grega e Romana.

Princípio

Os modos e processos de trocas empregados pelos fenícios remontam o período do bronze no Mediterrâneo Oriental, antes inclusive da concentração de cidades semitas na costa da Anatólia, próximo do ano 1200 a.C, anterior portanto à formação do que pesquisadores atualmente denominam, seguindo o termo grego de: Fenícia.

Uso de Moeda

As cidades Fenícias, assim como Cartago, passa boa parte de sua história sem adotar uma economia monetarizada, mesmo mantendo intenso contato com sociedades que já ás utilizavam. Os Fenícios adotariam a moeda no século V a.C e pelos Púnicos, pois, como vimos anteriormente a partir do século VI a.C a historiografia moderna ocidental impôs esses termos, todavia trata-se ainda da fenícia.

Vocação

Segundo a autora os Fenícios utilizaram-se de uma extensa rede de contatos e de um elaborado sistema de trocas para realizar o que chamou de “vocação máxima desse o povo”: O Comércio.

Já a partir do século XI a.C os fenícios empreenderam, através da obtenção do monopólio de matérias primas, uma sólida política comercial, expansionista e de dominação de mercados estrangeiros

O Sistema de Troca Fenício

Constantes Mudanças

Os fenícios sempre foram conhecidos pelos antigos e até mesmo pela historiografia pela sua intensa atividade comercial, entretanto segundo a autora, O período dessas intensas atividades comerciais foi “relativamente pouco” sendo possível delimitá-lo entre os séculos XI e VII a.C, quatro séculos portanto, período onde ocorreram diversas mudanças na: mão de obra, nos quadros sociais, nos circuitos nos quais eles agiam e nos objetos comercializados.

Período Pré-Colonial

Os séculos de XI a VIII a.C são tratados pela historiografia como período pré-colonial Fenício, Período, segundo o texto de visitas a territórios novos com o intuito de realizar colonização em momento posterior.
O rodapé do texto observa que de acordo com estudos até agora desenvolvidos não há evidencias de que cidades fenícias comercialmente ativas como Tiro, tivessem o objetivo de estabelecer colônias nos locais de contato comercial no ocidente do mediterrâneo.
Invasões e seus Impactos

O profeta Ezequiel (XXVII, 12-24) narra com detalhes as abundantes localidade s que Tiro, cidade fenícia negociava... O Texto bíblico que tem o sugestivo título: CÂNTICO FÚNEBRE SOBRE A QUEDA DE TIRO, narra o circuito comercial dessa cidade que manteve esse tipo de relação com inúmeras regiões do mediterrâneo oriental e da Ásia.

Informações complementares informam também que nos séculos XI a VII a.C, já identificados como pré-coloniais os Fenícios enfrentaram restrições em suas atividades imposta por reinos conquistadores. Esses impactos se diferenciavam nas atividades Fenícias de acordo com o povo conquistador. Os Assírios não exerceram domínio opressivo, as cidades fenícias puderam manter suas atividades comerciais mediante pagamento de impostos os persas, por sua vez, tiraram totalmente a autonomia comercial fenícia no final do século IV a.C., entretanto achados como vasos áticos atestam que produtos extrangeiros continuavam a chegará Fenícia

Natureza das Trocas

Relato de Ounamon:

Escrito em papiro egípcio do século XI a.C relata a história de Ounamon enviado egípcio a corte do Rei Shekerbaal de Biblos. O texto narra as desventuras de Ounamon encarregado de comprar madeira Fenícia para construção do barco sagrado do deus Ammom e que passa dificuldades até ser aceito como interlocutor. Shekerbaal em princípio se recusa a tratar com Ounamon e o faz apenas quando o Egito lhe envia uma série de presentes, ou seja quando sua posição é reconhecida e ele vê-se na obrigação de retribuir. (Relato de Ounamon é uma obra literária).
Transação entre Hiran Rei de Tiro e Salomão Rei de Israel.
Ao enviar dois servos para prestar homenagem a Salomão que acabara de ascender ao trono no lugar do Rei David. Salomão mandou dizer a Hiram: Você sabe que meu pai não conseguiu erguer um templo em nome do Senhor por causa das guerras lançadas a ele por seus inimigos... ... Mas agora o Senhor mim trouxe paz em todas as partes... ... Tenho portanto o desejo de construir um templo em nome do Senhor, meu Deus... ... Mandem então que cortem para mim cedros do Líbano: Meus servos se unirão aos seus. A esses darei a recompensa que você exigir pois você bem sabe que entre meu povo não há ninguém capaz de cortar madeira como os sidônios. III Reis (V, 1-11)

segunda-feira, 17 de julho de 2017

... Dias Estranhos...

... Dias estranhos... Nosso país mostra atualmente uma face assustadora e ao mesmo tempo reveladora. Desde a Promulgação da Constituição de 1988 essa fase atual tem sido talvez a que mais tivemos a oportunidade de conhecer e usar esse importante e norteador documento. É possível, portanto refletir que apesar de todas as comemorações no momento de sua promulgação e posteriormente elogios a cerca de sua modernidade hoje temos a sensação de que as instituições não convergem para uma igualdade no tratamento aos cidadãos, elas ao contrário, atuam de acordo com siglas partidárias... Protegendo pessoas com largo conjunto de prova que os incriminam e condenando outros utilizando o já famoso argumento da convicção... ... Aprendi ainda jovem sobre a independência dos poderes, não obstante verificamos conversas, conchavos entre membros do auto judiciário nacional (STF) e dos poderes executivo e legislativo... Alia-se a isso a desproporcional força de uma mídia com forte poder de alienação, que indiferente a sua condição de concessão pública encontra-se incumbida única e exclusivamente na defesa de seus interesses comerciais... Enquanto isso o povo assiste a tudo sem poder de reação, observa as conquistas sociais adquiridas após tantas lutas, escapar de maneira passiva... Observam direitos trabalhistas e educacionais acabarem através de reformas tenebrosas e desastrosas... É preciso ter força... A luta precisa continuar, todavia é preciso admitir... ... Dias Estranhos...

Texto: Alan Cardoso
Foto: Alan Cardoso

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Fichamento do Capítulo O CALENDÁRIO do Livro História e Memória do Escritor Francês Jacques Le Goff

Este Documento é o Resultado da Atividade Proposta pelo Disciplina de Introdução ao Estudo de História do Curso Noturno da UFBA desta Ciência. E Discorre sobre o Capítulo O Calendário do Livro História e Memória do Escritor Francês Jacques Le Goff


O autor Jacques Le Goff apresenta em seu estudo uma composição detalhada sobre os diversos processos e técnicas utilizadas desde os primórdios da humanidade na tentativa de codificação do tempo cósmico.
Diferentes sociedades a fim de obterem esse “controle” do tempo construíram modelos diferentes, todavia, semelhantes de calendários. A própria designação do termo “calendário” deriva do latim calendarium que quer dizer livro de contas (Pág. 486) e mostra uma das principais funções desse mecanismo de controle de tempo a de ser exercercido por reis, padres, revolucionários detentores carismáticos (Pág. 478), para o controle do homem e de suas atividades econômicas, religiosas e sociais. O Tempo do calendário é totalmente social, entretanto foi submetido aos ritmos do universo (Pág. 478). O texto demonstra que o modelo atual (Ocidental) de calendário o Gregoriano, em vigor em muitas sociedades foi fruto de diversas experimentações e reformas e que o mesmo, ainda assim, não atingiu estatus de precisão e unanimidade, visto que possui um excesso de três milésimos de dia, assim em 10 mil anos o calendário Gregoriano terá três dias a mais. As tentativas de adequar o tempo as demandas humanas através de reformas, conclui o autor, prova que uma reforma do calendário é possível e pode trazer inegáveis progressos, todavia para que esta seja bem sucedida deve, antes de tudo respeitar a história porque o calendário é a história.

. O documento sobre o Calendário é dividido em 12 partes (Pág. 477), são elas:
* Calendário e Controle do Tempo; *O céu e a terra: A lua, o Sol os Homens; *O Ano; *As Estações; *O Mês; *A Semana; *O Dia e a Noite; *Os Trabalhos e as Festas; *Para Além do ano: Era, Ciclo, Século; *História e Calendário; *A Cultura dos Calendários e dos Almanaques e Os *Calendários utópicos.

Segundo o autor, em referência ao Calendário e Controle do Tempo (Pág. 478), A “conquista do tempo” através da medida... É um importante aspecto no controle do universo pelo homem. É também objeto de análise a forma considerada “essencial” com que os detentores de influência intervia na medida do tempo de uma sociedade como um elemento essencial do seu poder. O texto afirma ainda que o calendário é um dos grandes emblemas e instrumentos do poder, tendo: reis, padres, revolucionários... “Detentores Carismáticos”, como os senhores do calendário o texto cita ainda exemplos onde através das cosmogonias a criação do calendário é atribuída aos “deuses” (E que haja luzes no firmamento do céu para distinguir o dia e a noite e que sejam como sinais para as estações para os dias e para os anos) [...] (Gênese, 1,14).

Legoff ao discorrer sobre o O céu e a terra: A lua, o Sol os Homens (Pág. 487), diz que o Calendário depende do tempo cósmico, regulador da duração que se impõe a todas as sociedades humanas; mas, essas o captam, medem-no e transformam-no em calendário segundo suas estruturas sociais e políticas. O autor informa que a primeira divisão do tempo natural que se apresenta aos homens é o dia [...] e faz uma diferenciação dos calendários Lunar e Solar ponderando que o mês lunar varia de cerca de vinte e nove dias e seis horas a cerca de vinte e nove dias e vinte horas, trazendo irregularidades que impõe delicados problemas de cálculos assim como uma necessidade de observação freqüente. Essas anormalidades tiveram impactos, sobre tudo no contexto religioso sendo necessária a realização de ajustes, em contrapartida os calendários solares não apresentam tantas dificuldades como os lunares visto que a duração de um ano solar se adapta melhor aos ritmos da vida das sociedades. O concílio de Nicéia em 325 d.C deu início a um processo que viria culminar com a instituição do calendário gregoriano... Todavia o calendário Gregoriano em vigor até hoje em muitas sociedades possui um excesso de três milésimos de dia, assim em 10 mil anos o calendário Gregoriano terá três dias a mais.

Ao falar do Ano (Pág. 497), o autor problematiza algumas questões relacionadas a essa medida de tempo partindo da primícia que se segundo o calendário o ano é, sobretudo uma sucessão das estações e logo dos trabalhos e das festas, comporta também os quatro aspectos abaixo citados: O início do ano (Ano Novo); O ritmo anual enquanto ritmo orçamental das sociedades modernas; O problema do ano no cômputo da vida humana e o problema do ano enquanto data como ponto de referência de fatos históricos. O ano é ainda segundo o autor a unidade fundamental do calendário em 153 o 1º de janeiro foi fixado como início do ano data da entrada dos cônsules em função a já era escolhida em algumas ocasiões como ponto de partida para a contabilidade anual dos comerciantes, o ano tornou-se, portanto a medida da existência humana.

Sobre as estações (Pág. 501), o autor as apresenta inicialmente como quadro dos trabalhos e das festas do calendário e como um bom observatório para o estudo dos aspectos tradicionais do calendário. O texto informa que na Grécia antiga só existia duas estações a quente e a fria e que isso mudou posteriormente para quatro estações, segundo ele o sistema com quatro estações era religioso e simbólico além de agrícola impondo-se tanto na arte quanto no calendário antigo. O domínio cultural dos povos que vivem nos climas temperados difundiu um sistema de quatro estações (Quadripartido) o autor cita a primavera e o outono como exemplo, segundo ele essas duas estações emanaram uma aura que impõe a sensibilidade e a arte de tal modo que expulsa-lo do calendário seria impossível

O interesse pelo mês (Pág. 504), como medida de tempo parece residir em sua ligação com a lunação ligação registradas em diversos calendários. O mês já possuiu em sociedades diversas números de dias diferentes sempre intrinsecamente ligado a vida social, religiosa e, sobretudo reguladora do trabalho na agricultura e pesca, para os romanos o calendário Juliano atribuía um significado de fasto e Nefasto, á um mês fasto de trinta e um dias, a partir de janeiro, sucedia um mês nefasto de trinta dias, o mais nefasto, porém era fevereiro que tinha só vinte e oito dias numero par, no século XVIII a igreja fez do mês de maio o mês de Maria e da virgindade mês que não era conveniente casar-se.

Segundo Le Goff a semana, (Pág. 506), que parece ser uma invenção dos hebreus é a grande invenção humana no calendário a semana é testemunhada no Antigo Testamento pelos sete dias da criação no Gênese, dos hebreus passou para os gregos e para a Alexandria, mas, só se difundiu pelo ocidente depois do século III a.C. Segundo o texto a grande virtude da semana é introduzir no calendário uma interrupção regular do trabalho e da vida cotidiana, um período fixo de repouso e tempo livre.

Sobre o Dia e a Noite, (Pág. 507), Le Goff afirmou que seu interesse perpassava pela observação desses como célula mínima de tempo e, portanto ainda segundo ele como elemento facilmente manipulável, por essa razão foi mais sobre ele do que qualquer outra medida de tempo que se exerceu a manipulação religiosa do Fasto e Nefasto. Apesar de tão natural para muitas sociedades contemporâneas o dia com 24 horas que começa ás zero hora não se difundiu ainda por toda a parte, para muitos povos o dia vai de um pôr-do-sol ao pôr-do-sol seguinte.

Ao falar dos trabalhos e das festas, (Pág. 510), o autor expõe a idéia de que a função essencial do calendário é a de ritimar o movimento do trabalho e a do tempo livre.

Para além do Ano, Era, Ciclo, século... (Pág. 513), Além do sistema essencial dia/semana/mês/ano, comum a toda humanidade os sábios e os governante sentiram a necessidade de ir mais longe de dominar mais amplamente o tempo do calendário. O calendário necessita apenas de uma data de ano novo, mas, a história e todos os atos e documentos que exigem uma data puseram o problema do período do início do tempo oficial, um ponto fixo a partir do qual se inicia a numeração dos anos... O ponto fixo é a ERA... ... As eras em geral são acontecimentos que considerados fundadores, criadores com um valor mais ou menos mágico foi proposto, portanto o nascimento de cristo foi proposto por Diocleciano o mesmo situava essa data no ano 753... Hoje a era cristã é a mais aceita no mundo...
História e Calendário, (Pág. 515), Sentiu-se a cada passo que o calendário é o resultado de um diálogo complexo entre a natureza e a história. A história dos almanaques e calendários é, sobretudo uma história de reis e grandes personagens e de heróis antes de qualquer outra coisa.

A cultura dos calendários e dos almanaques, (Pág. 517), Os calendários também foram analisados pelo autor sobre a ótica de objeto, segundo ele os calendários e almanaques eram objetos eminentemente culturais, pois foram representados das mais diversas formas, com o passar do tempo na idade média, por exemplo, eles aparecem nas miniaturas e nas esculturas concebidos para a coletividade eles, segundo o autor eram locais de encontro entre privilegiado entre as culturas eruditas e populares
Os calendários utópicos (Pág. 519), ... Sabe-se que a multiplicidade dos calendários suscita um crescente embaraço para as nações que estão empenhadas em uma organização internacional e em função disso os homens não se contentaram em controlar o tempo por meio de calendários utilitários transformaram-no também em depositário de suas esperanças levados às vezes ao nível de utopia surgiram assim diversas propostas que tinha m à pretensão de atender tanto a vida social e cotidiana como os eventos religiosos, todavia para uma reforma do calendário para ser bem sucedida deve antes de qualquer coisa respeitar a história porque o calendário é história




Sobre o Autor: Nascido em 1º de Janeiro de 1924 O Historiador francês especialista em Idade Média, Jacques Le Goff foi um membro da terceira geração da Escola dos Annales, movimento que defendia, entre outras coisas a incorporação de métodos das Ciências Sociais à História.



Resumo, montagem e formatação: Alan Cardoso.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017


... Gosto de DESAFIOS... “Eles” nos fazem sair da “famigerada” Zona de Conforto, que, em princípio, passa a impressão de dificuldade, na realidade, nos abrem as portas para novas e surpreendentes possibilidades... O NOVO sempre nos surpreende e, Não obstante aos que cultivam um comportamento mais acomodado, continuo afeito ao inesperado... Existe por um acaso algo melhor do que ser surpreendido? O marasmo é desgastante... Entediante e não condiz com quem tem bons planos para a vida... Aliás, a própria vida em si não auxilia a repetição, ela, A VIDA, a todo instante se renova... Se transforma, se refaz... Agradeço a Clínica de Exames Radiológicos e Ambulatoriais do Subúrbio Ferroviário pelo acolhimento e pelos aprendizados que mim proporcionou...









segunda-feira, 15 de junho de 2015




... O que desejo trazer aqui é o meu profundo desejo de GRATIDÃO... Termo insuficiente, contudo, inegavelmente necessário...
... Dizem que nenhuma história é boa o suficiente se não for bem contada... Eu, por outro lado, já vivi experiências que por mais que mim esmerasse na descrição, ao final, averigüei que não tinha sido suficiente... Talvez eu não tenha habilidade o suficiente com as palavras ou quem sabe ela, a palavra, tanto escrita quanto falada seja limitada ao ponto de não ser fidedigna o suficiente para descrever determinados episódios da vida... ... ... É, justamente, nesse dilema que encontro-me atualmente... Trata-se da imagem e texto acima... A reprodução de uma coluna do Jornal Folha de Notícias da Santa de Misericórdia da Bahia... ... ... As pessoas próximas sabem que não costumo legislar em causa própria, muito menos possuo o hábito de auto incensar-me... O que desejo trazer aqui é o meu profundo desejo de GRATIDÃO... Gratidão por essa instituição que sempre acolheu-me de maneira maternal... ... Ponderei em outra oportunidade que o uniforme da Santa. Casa é daqueles que “envergam varal”, referindo- me a responsabilidade de exercer qualquer função dentro dessa instituição que, como foi dito no trecho da reportagem, está atingindo meio milênio de existência... ... ... ... ... Quando referir-me a limitação das palavras aludia-me a insuficiência dos termos “obrigado, agradecido etc..." ... Apesar de o mesmo ser inegavelmente necessário... Sei Sra. Cláudia Moraes que a indicação desse colaborador, que hora escreve, para a edição presente deste periódico foi muito mais por sua generosidade do que por méritos próprios... Espero e continuarei á trabalhar para quiçá um dia ser integralmente merecedor de tanta confiança e carinho.

Alan Cardoso

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015





Dois anos de casa
... Há exatos dois anos, vesti pela primeira vez o uniforme da Santa Casa de Misericórdia da Bahia em seguida, após reflexão, compreendi o significado da frase: Camisa de Envergar Varal...
No dia 20 de Dezembro de 2012, fazia uso dessa mesma Rede Social para, naquele instante anunciar o meu desligamento da Fundação Dom Avelar Brandão Vilela... Foram 11 anos atuando como agende sócio cultural naquela instituição... Tempo em que tive a oportunidade de aprender boa parte do que possuo hoje de conhecimento... Entretanto, a vida segue e seguiu... E exatamente no dia 04/02/2013 era acolhido na Santa Casa... ... ...
Logo na entrevista, mim policiando para ser objetivo e claro em minhas respostas, como havia sido aconselhado, respondi a uma pergunta inesperada: Diante da exposta vivência na área social, qual a sua expectativa quanto a atuar na área de saúde? ... ... ... ... ... O Breve Silêncio era a melhor resposta... Não sabia o que esperar... Tudo era novo... ... ... Descobri em seguida que o novo é semelhante a uma página em branco ávida por abandonar a mudez... Por manifestar-se... ... Revelar sua face... E assim se fez... Jamais gostei de abrir competições entre fases da minha vida a fim de descobrir tempos bons e ruins... A melhor época é sempre é a atual... Pois é nela que temos o poder de agir... Mudar... Transformar... ... Enfim é no tempo presente que existe o mistério das possibilidades... Obrigado Santa Casa!... Não direi que venham os próximos dois anos... Porque os tempos passam e as coisas mudam... Desejo apenas que essa relação seja do tamanho de sua reciprocidade... ... ... ... ... Jamais dormi antes de sonhar... Sempre desejei ser calmaria justamente por acreditar que já existe tempestade por demais... Que doravante essas duas palavras sejam tônicas... Pois sonhos e calmaria são terrenos férteis para grandes projetos.
No dia 20/12/2012, quando despedia-me da Fundação Dom Avelar disse: “Hoje encontro-me já em outra empreitada tão árdua quanto, porém, espero que seja tão saborosa e gratificante quanto foi essa em que fiz”... ... Está sendo...

Alan Cardoso

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

As Obras Assistenciais Comunitária da Vila de Acupe Realiza Grande Exposição de Artes Confeccionadas Por Alunos da Instituição

Foto: Alan Cardoso


As Obras Assistenciais Comunitária da Vila de Acupe desenvolve atividades socioeducativas na comunidade de Acupe há 27 anos e há dois anos essa entidade vem desenvolvendo em parceria com a Petrobrás com a supervisão do Conselho Municipal dos Direitos das Crianças e Adolescente o Projeto Arte e Educação Passaporte Cultural para Formar um Cidadão.


Foto: Alan Cardoso


Como atividade Integrante desse projeto, que é coordenado pela pedagoga Ednalva Purificação, Está sendo realizada desde o dia 09 de Outubro e vai até o dia 30 do mesmo mês a: EXPOSIÇÃO ARTEDUCA.


Foto: Alan Cardoso


Trata-se de uma exposição artística com: PINTURA DE QUADROS, CONFECÇÕES DE ROBÔS, MANDALAS, MÁSCARAS VENEZEANAS ENTRE OUTROS. Desenvolvidos pelos próprios alunos da oficina de Artes manuais que tem como responsável técnico o professor e conhecido artista da Comunidade, Zeck.


Foto: Alan Cardoso


A Exposição de Artes, ARTEDUCA, que está sendo realizada no Centro Cultural Dom Hélder Câmara, tem recebido a visita de centenas de estudantes e pessoas da comunidade que vão até o espaço apreciar o trabalho desses talentosos artistas mirins da comunidade de Acupe.


Foto: Alan Cardoso


Data: 09 a 30 de Outubro
Local: Centro Cultural Dom Hélder Câmara (Ao lado da Creche Anna Sironi)
Horário: 08:30 às 11:00 e das 14:00 às 16:00
Obs: Para a entrada é preciso levar apenas 03 GARRAFAS PET


Foto: Alan Cardoso


Foto: Alan Cardoso


domingo, 30 de setembro de 2012

Domingos Fiaz Lança Seu Segundo Livro Em Cerimônia Realizada Em Acupe

Prof. Domingos Fiais. Foto: Alan Cardoso



No dia 29 de Setembro de 2012 foi realizada no Centro Cultural Dom Hélder Câmara em Acupe, diante de uma plateia composta por escritores, professores e intelectuais da comunidade e região a Cerimônia de Lançamento do livro. Acupe em Citações. Segundo livro do escritor Domingos da Hora Fiais.


Capa da Frente do Livro Acupe Em Citações


O Livro Acupe em Citações, segunda obra de Domingos da Hora Fiais é fruto de uma minuciosa pesquisa sobre o Distrito de Acupe, pesquisa essa realizada durante anos pelo autor, nesse volume encontram-se importantes informações históricas sobre os primeiros povos que povoaram a comunidade de Acupe, sua localização geográfica, importância e legado dos engenhos de: Acupe, Murundu, Bângala e São Gonçalo do Poço o livro Acupe em Citações lança também um olhar sobre os arquipélagos dessa região os fenômenos e desastres ambientais ocorridos no Distrito o livro também exalta a diversidade cultural o trabalhos das missionárias italianas e a memória local.


Professora Alzerina Ramos



A cerimônia de lançamento do Livro Acupe em Citações foi aberta pela Educadora, fundadora e coordenadora da Escola Infantil Paroquial de Acupe, Alzerina Ramos, em sua fala a professora Zezé falou sobre a evolução dos espaços educacionais da localidade da luta das pessoas da comunidade para usufruir do direito á educação a professora Alzerina ao final da Cerimônia entregou uma placa á Domingos Fiais com os dizeres o parabenizando pelo trabalho de registros das tradições locais.


Ednalva Da Purificação, Representante das Obras de Acupe



Judite Barros, Escritora do Livro: Saubara dos Cantos, Contos e Encantos.




Além da professora Zezé foram também convidados a falar durante o lançamento as seguintes pessoas: Adriano Pinto do Arquivo público municipal, Professora Maria dos Prazeres Barreto (Zezê), Professora Maria José Lopes (Rosa), Danilo Evangelista, escritor, Ednalva da Purificação das Obras Assistenciais Comunitária da Vila de Acupe, Pe. Edson Medeiros, pároco da Paróquia de Nossa Senhora da Soledade, Josecks (Zek), artista plástico, Antônio Canuto e Judite Barros, escritora, autora do livro: Saubara dos Cantos Contos e Encantos.


Foto: Alan Cardoso



Em sua fala, o autor emocionado falou sobre esse seu segundo livro que o mesmo chama de CERTIDÃO DE NASCIMENTO DE ACUPE, das dificuldades encontradas para que o mesmo fosse lançado e da importância de aos poucos ir registrando as histórias, comportamentos, modo de vida e conhecimentos da comunidade, antes presentes apenas na oralidade das pessoas.


Danilo Evangelista, Membro da Academia de Letras do Recôncavo e Alan Cardoso



Capa do Fundo do Livro Acupe Em Citações

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Cineclube de Acupe Exibiu sua 43° Sessão do Anos de 2012 a 10° Itinerante E Reuniu Público de 100 Pessoas Na Comunidade do Alto do Cruzeiro

Foto: Jamile Silva



Na Sexta feira dia 21 de setembro o 2012 o Cineclube de Acupe, que é gerido pelas Obras Assistenciais Comunitária da Vila de Acupe, realizou a sua 43° Exibição no ano de 2012, O Cineclube de forma itinerante exibiu na comunidade do Alto do Cruzeiro em Acupe em frente à capela Santa Cruz da Igreja católica local á sua 11° Sessão Itinerante do ano corrente.


Foto: Alan Cardoso



A Comunidade local abraçou a exibição que foi anunciada pela Rádio Comunitária Esperança de Acupe e cerca de Cem (100) pessoas reuniram-se no local para acompanhar a sessão que colocou em cartaz o filme: Besouro.


Foto: Jamile Silva




O Longa metragem conta a história do capoeirista Santo Amarense Besouro que viveu no recôncavo da Bahia na década de 20. Na época, mesmo após a abolição da escravatura no interior os negros continuavam sendo tratados como escravos. Entre eles está Manoel (Aílton Carmo), que quando criança foi apresentado à capoeira pelo Mestre Alípio (Macalé). O tutor tentou ensiná-lo não apenas os golpes da capoeira, mas também as virtudes da concentração e da justiça. A escolha pelo nome Besouro foi devido à identificação que Manuel teve com o inseto, que segundo sua característica não deveria voar. Ao crescer Besouro recebe a função de defender seu povo, combatendo a opressão e o preconceito existentes.


Foto: Alan Cardoso




A sessão itinerante atraiu a atenção de toda comunidade que acompanhou atentamente cada segundo da sessão. Após a exibição, em espaço aberto para “debate” alguns presentes falaram sobre o filme, alguns salientaram a luta dos negros pela “liberdade” mesmo após a assinatura da lei Áurea.


Foto: Jamile Silva





















Foto: Jamile Silva



segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Associação Dos Remanescentes de Quilombo de Acupe e Associação dos Pescadores e Marisqueira Frutos do Mar Realizaram no dia 13.09.2012 o I Seminário sobre Doenças Ocupacionais e Direitos Previdenciários das Marisqueiras.

Foto: Carlos de Assis
No dia 13 de Setembro aconteceu em Acupe promovido pela Associação Dos Remanescentes de Quilombo de Acupe e Associação dos Pescadores e Marisqueira Frutos do Mar o I Seminário sobre Doenças Ocupacionais e Direitos Previdenciários das Marisqueiras.Foto: Alan Cardoso
O seminário contou com a presença de Gilmar Santos da Comissão Pastoral dos Pescadores que em entrevista a Rádio Esperança Afirmou que esse seminário e um desdobramento do Projeto da SESI que no dia 27 de março de 2012 premiou a comunidade de Acupe com três carroças o projeto além da aquisição desses meios de transporte contemplava também a realização desse seminário sobre Doenças Ocupacionais e Direitos Previdenciários. Gilmar comentou ainda que por essas discursões serem recentes ainda não há uma política publica em nível municipal que cubra essa demanda.Foto: Alan Cardoso
O Sr. Carlos de Assis da À Associação Dos Remanescentes de Quilombo de Acupe falou também a Rádio esperança e confirmou o grave problema de doenças ocupacionais das marisqueiras e pescadores da comunidade, segundo ele geralmente os sintomas são nas mãos nas pernas e nos ombros ainda segundo ele isso se dá em função do trabalho se mariscagem pesca e agricultura ser um trabalho considerado pesado.Foto: Alan Cardoso
A Sra. Maria Isabel dos Santos marisqueira da comunidade afirmou que entre os problemas comuns da atividade das marisqueiras está o problema que atinge o útero em função de algumas marisqueiras precisarem ficar na lama para retirar o marisco. D. Isabel afirmou ser ela mesma vítima desse problema por trabalhar retirando ostra e sururu mariscos só existentes na lama do manguezal.Foto: Alan Cardoso
O seminário contou ainda com a participação de Representantes do INSS, Secretaria Municipal de Saúde, Movimento dos Pescadores e Pescadoras e outras entidades.Foto: Alan Cardoso

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Celebração De Corpus Christi Leva Dezenas de Fiéis Ás Ruas De Acupe.

Foto: Alan Cardoso



No dia 07 de junho de 2012 a Paróquia de Nossa Senhora da Soledade celebrou a tradicional solenidade de Corpus Christi.


Foto: Alan Cardoso



Corpus Christi é uma tradicional festa cristã católica realizada na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade, que, por sua vez, acontece no domingo seguinte ao de Pentecostes. A solenidade de Corpus Christi tem como objetivo celebrar o mistério da Eucaristia, representado pelo sacramento do corpo e do sangue de Cristo


Foto: Alan Cardoso





















A celebração de Corpus Christi em Acupe teve início ás 08h00min da manhã dessa quinta dia 07 de Junho e a celebração foi presidida pelo pároco da paróquia de Nossa Senhora da Soledade Edson Medeiros.


Foto: Alan Cardoso



Após a celebração na matriz da paróquia o “Corpo e Sangue de cristo” sacramentado saíram em procissão pelas ruas da comunidade para testemunho publico a adoração.
Essa celebração apesar de tradicional nem sempre foi realizada em Acupe em função dessa localidade só recentemente ter sido elevada a condição de paróquia, quando era comunidade da Paróquia de São Domingos de Gusmão a comunidade de Acupe era convidada a participar da celebração e procissão na cidade de Saubara.


Foto: Alan Cardoso




A procissão que contou com a participação do tradicional grupo Apostolado da Oração entre outros fiéis da comunidade percorreu as principais ruas da comunidade chamando a atenção dos transeuntes e doas pessoas que se encontravam em suas residências


Foto: Alan Cardoso

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Obras Assistenciais Comunitária da Vila de Acupe Realiza Encontro: Família, Escola, Comunidade Diante do Conflito das Drogas


Foto: Alan Cardoso

No dia 25 de maio as Obras Assistenciais de Acupe Realizou um encontro envolvendo as Mães Paes e responsáveis pelos adolescentes e jovens que fazem parte do projeto arte e educação passaporte cultura para formar um cidadão que é realizado pelas Obras em Parceria Com a Petrobrás e o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA).
O encontro intitulado Família, Escola, Comunidade Diante do Conflito das Drogas, teve o objetivo de tratar do tema das drogas e suas consequências na comunidade de Acupe.



Foto: Alan Cardoso


Em entrevista a Rádio Comunitária Esperança a palestrante Karla Castro assistente social do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) ressaltou a importância da criação de momentos de debates como o realizado na ocasião em outros espaços como igrejas Centros comunitários escolas entre outros a fim de difundir a conscientização da prevenção ao uso de drogas que segundo ela não mais respeita classe social gênero e raça.



Foto: Alan Cardoso

A técnica ressaltou ainda que é conversando com os filhos que os pais podem estar mais presentes na vida dos filhos e consequentemente poder prevenir um possível envolvimento desses jovens no Mundo das drogas.


Texto: Alan Cardoso
Colaboração: Rádio Comunitária Esperança de Acupe.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Obras Assistenciais Da Vila de Acupe Realiza Curso de Informática Básica

No dia 15 de maio chegou ao fim o Curso de Informática Básica realizado pelas Obras Assistenciais Comunitária da Vila de Acupe no espaço do Tele centro Comunitário de Inclusão Digital da comunidade. O curso teve 02 meses de duração com três aulas semanais somando 36 Horas/aula.
O objetivo do curso foi proporcionar um espaço de conhecimento onde as noções e funções básicas da informática como: Partes rígidas do computador (Hardware), noções básicas sobre softwares. E seus aplicativos como o pacote Office utilizado na Construção de textos, cartas, currículos utilizando o Word, confecção de planilhas através do Excel e Utilização do Power Point foram utilizadas e discutidas.
O curso realizou também introdução e navegação na internet, utilização de navegadores, dicas e atalhos para portais, sites, e blogs, além do correio eletrônico e redes sociais. A aula final do curso teve além da participação das alunas as presenças de membros das Obras Assistenciais de Acupe, culminando com uma pequena confraternização.
Texto: Alan Cardoso Fotos: Alan Cardoso, Roger Amorim e Jamile Silva